sábado, 20 de dezembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
sozinho aqui, estou.
sozinho... aqui estou.
nunca boa companhia perdurou por tempo em demasia com minha pessoa.
sou o destinado ao caminho da eternidade solitária.
como anjo caido, fui jogado a este mundo... largado.
ja me sinto só, por ser ímpar entre meus pares.
largado aqui... fico... na Terra.
sozinho... aqui estou.

Sozinho, solidão.
Termos que identificam um estado de ser que se tornam marcante e único.
Traz à tona a primazia de nossa existência, nos mostram o cárater diante do espelho da alma. Nos refletem as verdades, ofuscadas pelo brilho do momento contente. Mostra-nos em nossa plenitude.Dá-nos a percepçao do devir: belo ou hediondo.
Um paradoxo existencial, interpelado pelo sofrimento, a que se sujeita este breve instante de meu existir. És necessário quanto ao meu auto-conhecimento, mas faz-me sofrer, perder todo lastro de minha identidade familiar.
Não sei até quando posso saber quem sou.
nunca boa companhia perdurou por tempo em demasia com minha pessoa.
sou o destinado ao caminho da eternidade solitária.
como anjo caido, fui jogado a este mundo... largado.
ja me sinto só, por ser ímpar entre meus pares.
largado aqui... fico... na Terra.
sozinho... aqui estou.

Sozinho, solidão.
Termos que identificam um estado de ser que se tornam marcante e único.
Traz à tona a primazia de nossa existência, nos mostram o cárater diante do espelho da alma. Nos refletem as verdades, ofuscadas pelo brilho do momento contente. Mostra-nos em nossa plenitude.Dá-nos a percepçao do devir: belo ou hediondo.
Um paradoxo existencial, interpelado pelo sofrimento, a que se sujeita este breve instante de meu existir. És necessário quanto ao meu auto-conhecimento, mas faz-me sofrer, perder todo lastro de minha identidade familiar.
Não sei até quando posso saber quem sou.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Charles Baudelaire
As Litânias de Satã
Ó tu, o Anjo mais belo e também o mais culto,
Deus que a sorte traiu e privou do seu culto,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Ó Príncipe do exílio a quem alguém fez mal,
E que, vencido, sempre te ergues mais brutal,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que vês tudo, ó rei das coisas subterrâneas,
Charlatão familiar das humanas insânias,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que, mesmo ao leproso, ao paria infame, ao réu
Ensinas pelo amor às delícias do Céu,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que da morte, tua velha e forte amante,
Engendraste a Esperança, - a louca fascinante!
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que dás ao proscrito esse alto e calmo olhar
Que faz ao pé da forca o povo desvairar,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que sabes onde é que em terras invejosas
O Deus ciumento esconde as pedras preciosas.
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu cuja larga mão oculta os precipícios,
Ao sonâmbulo a errar na orla dos edifícios,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que, magicamente, abrandas como mel
Os velhos ossos do ébrio moído num tropel,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu, que ao homem que é fraco e sofre deste o alvitre
De poder misturar ao enxofre o salitre,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que pões tua marca, ó cúmplice sutil,
Sobre a fronte do Creso implacável e vil,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que, abrindo a alma e o olhar das raparigas a ambos
Dás o culto da chaga e o amor pelos molambos,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Do exilado bordão, lanterna do inventor,
Confessor do enforcado e do conspirador,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Pai adotivo que és dos que, furioso, o Mestre
O deus Padre, expulsou do paraíso terrestre
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Charles Baudelaire (Tradução de Guilherme de Almeida e Ivan Junqueira)

Baudelaire, fantasticamente, Baudelaire!
Ó tu, o Anjo mais belo e também o mais culto,
Deus que a sorte traiu e privou do seu culto,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Ó Príncipe do exílio a quem alguém fez mal,
E que, vencido, sempre te ergues mais brutal,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que vês tudo, ó rei das coisas subterrâneas,
Charlatão familiar das humanas insânias,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que, mesmo ao leproso, ao paria infame, ao réu
Ensinas pelo amor às delícias do Céu,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que da morte, tua velha e forte amante,
Engendraste a Esperança, - a louca fascinante!
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que dás ao proscrito esse alto e calmo olhar
Que faz ao pé da forca o povo desvairar,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que sabes onde é que em terras invejosas
O Deus ciumento esconde as pedras preciosas.
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu cuja larga mão oculta os precipícios,
Ao sonâmbulo a errar na orla dos edifícios,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que, magicamente, abrandas como mel
Os velhos ossos do ébrio moído num tropel,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu, que ao homem que é fraco e sofre deste o alvitre
De poder misturar ao enxofre o salitre,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que pões tua marca, ó cúmplice sutil,
Sobre a fronte do Creso implacável e vil,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Tu que, abrindo a alma e o olhar das raparigas a ambos
Dás o culto da chaga e o amor pelos molambos,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Do exilado bordão, lanterna do inventor,
Confessor do enforcado e do conspirador,
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Pai adotivo que és dos que, furioso, o Mestre
O deus Padre, expulsou do paraíso terrestre
Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!
Charles Baudelaire (Tradução de Guilherme de Almeida e Ivan Junqueira)

Baudelaire, fantasticamente, Baudelaire!
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
é a flauta da morte me chamando...
escuto uma cançao, uma fina canção.
o vento nas folhas, um pio de coruja,
um estrondo de tambores, mas... ninguém.
estou só! -- concluo.
a canção permeia meu ser, o meu secreto ser.
toma minha mente de assalto e demonstra o divino;
escuto um doce, no entanto, macabro som.
é a flauta da morte me chamando...
... estou morto.

morro no momento em que me nego a ser o derradeiro ser-aí, me escolher como escolha em atos; fui aquilo que nao escolhi ser e deixei, a maldita "mao do destino", comandar meus passos, devo pular de minha posiçao imediata a um nivel mais elevado.
devo ser e me assumir como o ser transcendente, o Kwizatz Haderach de frank herbert,sou o destinado ao além do além, posso ver o universo com olhos de anjo; sou o potente em um mundo de não-potências; de degradação do outro.
da exorbitância de um deus chamado dinheiro, vejo a ruína dos homens.
o vento nas folhas, um pio de coruja,
um estrondo de tambores, mas... ninguém.
estou só! -- concluo.
a canção permeia meu ser, o meu secreto ser.
toma minha mente de assalto e demonstra o divino;
escuto um doce, no entanto, macabro som.
é a flauta da morte me chamando...
... estou morto.

morro no momento em que me nego a ser o derradeiro ser-aí, me escolher como escolha em atos; fui aquilo que nao escolhi ser e deixei, a maldita "mao do destino", comandar meus passos, devo pular de minha posiçao imediata a um nivel mais elevado.
devo ser e me assumir como o ser transcendente, o Kwizatz Haderach de frank herbert,sou o destinado ao além do além, posso ver o universo com olhos de anjo; sou o potente em um mundo de não-potências; de degradação do outro.
da exorbitância de um deus chamado dinheiro, vejo a ruína dos homens.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
CASSANDRA
violada, acometida do mais assombroso ato humano.
trespassada por um desejo sem consentimento,
de um ato vil... egoísta... cruel!
que Ser poderia tocar um anjo, sem ao menos professar seu nome?
vil aquele que rouba-te, minha amiga, seu corpo. na penumbra da noite.
o meu querer deve ser o teu querer em uníssono,
não o arder de minha malevolencia e egoísmo.
você é a flor que nasceu pra cuidar... ter cuidado....
e por cuidar, voce descobre que se descuida, sofre!
muitos foram seus pensamentos em outros,
por pureza da alma, pelo que és...
ohhh! como posso eu te consolar se nao estou, ao menos, ao teu lado?
te gosto, simplifico nesta afirmação o que minha alma senti por ti.
amiga... companheira de confissões, de meu não total bom existir...
você não merece o espinho da rosa, voce é a própria.
queria em mim, essa crueldade que nao lhe pertence.
eu sou um anjo-demonio, posso ver meus pares... anjos e demonios.
voce e um anjo, nao possui parcela sombria, merece o paraiso.
rosa multifoliada de doce existir,
nao merece ser violada e ter suas pétalas despedaçadas.
somente o vento poderá carregar junto com o tempo, essas amargas recordações,
deve-se fazer como o carvalho diante da tempestade,
curvar-se e deixá-la passar
para que no outro dia, o sol brilhe novamente,
revelando sua eterna beleza.

Nunca conheci pessoa tao doce e fantástica como você, nunca me permiti denegrir a minha amizade com ti. Você é maravilhosa. siga o exemplo do carvalho e sejas feliz para sempre!
trespassada por um desejo sem consentimento,
de um ato vil... egoísta... cruel!
que Ser poderia tocar um anjo, sem ao menos professar seu nome?
vil aquele que rouba-te, minha amiga, seu corpo. na penumbra da noite.
o meu querer deve ser o teu querer em uníssono,
não o arder de minha malevolencia e egoísmo.
você é a flor que nasceu pra cuidar... ter cuidado....
e por cuidar, voce descobre que se descuida, sofre!
muitos foram seus pensamentos em outros,
por pureza da alma, pelo que és...
ohhh! como posso eu te consolar se nao estou, ao menos, ao teu lado?
te gosto, simplifico nesta afirmação o que minha alma senti por ti.
amiga... companheira de confissões, de meu não total bom existir...
você não merece o espinho da rosa, voce é a própria.
queria em mim, essa crueldade que nao lhe pertence.
eu sou um anjo-demonio, posso ver meus pares... anjos e demonios.
voce e um anjo, nao possui parcela sombria, merece o paraiso.
rosa multifoliada de doce existir,
nao merece ser violada e ter suas pétalas despedaçadas.
somente o vento poderá carregar junto com o tempo, essas amargas recordações,
deve-se fazer como o carvalho diante da tempestade,
curvar-se e deixá-la passar
para que no outro dia, o sol brilhe novamente,
revelando sua eterna beleza.

Nunca conheci pessoa tao doce e fantástica como você, nunca me permiti denegrir a minha amizade com ti. Você é maravilhosa. siga o exemplo do carvalho e sejas feliz para sempre!
domingo, 24 de agosto de 2008
de död
o morto repousa na cova.
o morto transcende o corpo.
o morto é espírito.
o morto não respira,
mas, ainda vive...
...lembranças... ...
ele viaja no tempo e espaço;
ele acomete de sentimentos;
ele sobrevive a carne;
ele é parte do cosmo.
o morto sofre pela vida de outrora;
o morto mendiga o vivo;
o morto se torna lembrança cada vez mais distante;
o morto é, finalmente... esquecido.

quando morto estamos, sabemos que nao mais nos interessam os vivos.
eles sim sentem a perda, um vazio de nao ter aquele ser como observador do seu ser.
egoismo do vivo, pois, quanto ao morto, nada mais importa. outro plano, outro tempo, outra existencia...
somos nos que sentimos a perda do morto, porque ele representa aquilo que queremos ser,pois e dado a ele a propriedade de opinar sobre mim.
o morto transcende o corpo.
o morto é espírito.
o morto não respira,
mas, ainda vive...
...lembranças... ...
ele viaja no tempo e espaço;
ele acomete de sentimentos;
ele sobrevive a carne;
ele é parte do cosmo.
o morto sofre pela vida de outrora;
o morto mendiga o vivo;
o morto se torna lembrança cada vez mais distante;
o morto é, finalmente... esquecido.

quando morto estamos, sabemos que nao mais nos interessam os vivos.
eles sim sentem a perda, um vazio de nao ter aquele ser como observador do seu ser.
egoismo do vivo, pois, quanto ao morto, nada mais importa. outro plano, outro tempo, outra existencia...
somos nos que sentimos a perda do morto, porque ele representa aquilo que queremos ser,pois e dado a ele a propriedade de opinar sobre mim.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Senhor de si, senhor de sua existencia
ao mundo ser da minha maneira,
sim!
quero morrer! mas no viver, estou morto.
que delicia quando meu ser se acalma,
e pensa nos detalhes do viver.
sim,
siiiimmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!
queria esquecer meu espaço e tempo.
queria viver, cada momento,
como se fosse o ultimo.
agora como nunca fora.
e nas brumas do tempo, tem a sabedoria.
pacientes foram, no meu esperar.
simmmm! sou post-morten. Sou de outro século!
mais um, que estava na estrada errada do tempo.
sim, siiiiiiiiiiimmmmmmmmmmmmmmmmmm.
estou pronto para morrer.
escolha minha. nao destino!
minha escolha.
sou feliz por ter sido capaz de achar o momento em que devo sair de cena. nao sou mais o ator principal, sou um mero coadjuvante. e estou longe de uma hibernaçao leviana intelectual.
Torno-me ser capaz, impugnado de ousadia contra o destino; e dizendo: nao poderas tecer a minha vida. sou capaz de doma-la e determina-la. sou capaz de ser juiz de mim mesmo, nenhum deus pode me açoitar.
sou capaz de me superar e surpreende-los. a todos os deuses e deusas de todos os panteoes.
e a mais pura mentira, o suicidio e o divino no homem. ele e capaz de priva-lo, mesmo que momentaneamente, do seu instinto mais primal... a sobrevivencia.
somente aquele que se apercebe senhor de si mesmo diz a hora de sua morte.
nao por potencia de desejos irreais, mas sim pelo poder de manipular a minha existencia.
ATE, O FIM!
sim!
quero morrer! mas no viver, estou morto.
que delicia quando meu ser se acalma,
e pensa nos detalhes do viver.
sim,
siiiimmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!
queria esquecer meu espaço e tempo.
queria viver, cada momento,
como se fosse o ultimo.
agora como nunca fora.
e nas brumas do tempo, tem a sabedoria.
pacientes foram, no meu esperar.
simmmm! sou post-morten. Sou de outro século!
mais um, que estava na estrada errada do tempo.
sim, siiiiiiiiiiimmmmmmmmmmmmmmmmmm.
estou pronto para morrer.
escolha minha. nao destino!
minha escolha.
sou feliz por ter sido capaz de achar o momento em que devo sair de cena. nao sou mais o ator principal, sou um mero coadjuvante. e estou longe de uma hibernaçao leviana intelectual.
Torno-me ser capaz, impugnado de ousadia contra o destino; e dizendo: nao poderas tecer a minha vida. sou capaz de doma-la e determina-la. sou capaz de ser juiz de mim mesmo, nenhum deus pode me açoitar.
sou capaz de me superar e surpreende-los. a todos os deuses e deusas de todos os panteoes.
e a mais pura mentira, o suicidio e o divino no homem. ele e capaz de priva-lo, mesmo que momentaneamente, do seu instinto mais primal... a sobrevivencia.
somente aquele que se apercebe senhor de si mesmo diz a hora de sua morte.
nao por potencia de desejos irreais, mas sim pelo poder de manipular a minha existencia.
ATE, O FIM!
domingo, 3 de agosto de 2008
Cinza

Assim como a minha alma se intercala entre luz e trevas, voce se interpoe entre estes extremos. Tao negro e tao branco. Assim, és tu, oh cinza! Assim sou eu!
Ser de extremidades, assim sou eu. Opostos em um mesmo bojo. Sou, simplesmente, assim.
Mantenho em mim o paradoxo do existir, de Ser. Apercebo, assim, a minha essencia cinza: diante de alguns trevas, escuridao, uma incognita; para outros a luz, claridade, uma certeza.
Embora possa meu espirito ser tao negro como a mais horrenda treva, sou capaz de me posicionar como a mais fulgurante luz.
Assim sou EU. Assim e o cinza.
sábado, 26 de julho de 2008
Vergonha

Aquem do limite de meu perceber, torno-me dor em voce.
Decepçao, angustias, falta de ser quem devo ser...
Se amargo sou, seria, por nao te-la como idealizo.
Como uma criança a espera de um brinquedo,
imaginando o que tem na caixa de presente,
na noite de natal, imaginando mil delicias.
Realmente, assim se constroem os meus sentidos.
Pesar em decepciona-la, e assim que se encontra a minha alma.
Que vergonha, que vergonha!
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Há muito nao andava tao risonho.
Há muito nao andava tao risonho.
Foram teus carinhos, a suas doses de amor,
que por poucas que fossem,
eram as mais milagrosamentes ricas em verdades e sentir.
Algo que eu jamais pudera perceber em palavras,
de tao raro, era este belo momento.
Vi você de novo. Minha Deusa!
Era como acordar de um amargo e horripilante pesadelo.
Vi que você estava viva! E era... minha! Como nunca fostes antes!
Meu corpo estremece e cego fica, tamanha luz radiante.
Emoções que atropelam minha existência.
O tudo, aqui e agora, me compõe com milhares de facetas da realidade.
Todas elas, estupidamente brilhando, mais do que centenas de sóis, gigantescos,
em conjunto.
Sou perpassado por minha áurea vislumbração do Todo.
Fico estupefato pelo que vejo, ali, defronte ao meu ser... Nada... Tudo... só VOCÊ!
O Amor é dito, e até comparado com Dor,
o que jamais se pode fazer,
porque, simplesmente, é AMOR.
E ainda assim que muito se diga sobre o amor,
muito ficará a dizer...
Prova de que o Amor so existe como Amor,
e, nunca, nunca pode ser parte coexistente do seu contrário.
E o que realmente o faz ser tao especial?
Ele o é Infinito... assim, como meu desejo por TI.
Isso o faz único, e de uma tal grandeza, que serão realmente poucos,
os que podem vislumbrar o seu existir.
Infinito é Amor.
Infinito somos enquanto amamos um ao outro... Te amo.
Há muito nao andava tao risonho.
Foi você quem me deixou assim.
Há muito nao andava tao risonho.

Sou obrigado a rever minha arrogância (pois, se é o que me deixa mais forte, nao pode ser confundido com burrice ou atos falhos) devo fazer-me ser quem devo ser. Sou eu que sou meu construtor.
Mas, meu alicerce, sempre foi você... meu amor!
Só por ti deixei os céus, pelo simples fato de me mostrar, em vez de me dizer, o que é o amor.
Foram teus carinhos, a suas doses de amor,
que por poucas que fossem,
eram as mais milagrosamentes ricas em verdades e sentir.
Algo que eu jamais pudera perceber em palavras,
de tao raro, era este belo momento.
Vi você de novo. Minha Deusa!
Era como acordar de um amargo e horripilante pesadelo.
Vi que você estava viva! E era... minha! Como nunca fostes antes!
Meu corpo estremece e cego fica, tamanha luz radiante.
Emoções que atropelam minha existência.
O tudo, aqui e agora, me compõe com milhares de facetas da realidade.
Todas elas, estupidamente brilhando, mais do que centenas de sóis, gigantescos,
em conjunto.
Sou perpassado por minha áurea vislumbração do Todo.
Fico estupefato pelo que vejo, ali, defronte ao meu ser... Nada... Tudo... só VOCÊ!
O Amor é dito, e até comparado com Dor,
o que jamais se pode fazer,
porque, simplesmente, é AMOR.
E ainda assim que muito se diga sobre o amor,
muito ficará a dizer...
Prova de que o Amor so existe como Amor,
e, nunca, nunca pode ser parte coexistente do seu contrário.
E o que realmente o faz ser tao especial?
Ele o é Infinito... assim, como meu desejo por TI.
Isso o faz único, e de uma tal grandeza, que serão realmente poucos,
os que podem vislumbrar o seu existir.
Infinito é Amor.
Infinito somos enquanto amamos um ao outro... Te amo.
Há muito nao andava tao risonho.
Foi você quem me deixou assim.
Há muito nao andava tao risonho.

Sou obrigado a rever minha arrogância (pois, se é o que me deixa mais forte, nao pode ser confundido com burrice ou atos falhos) devo fazer-me ser quem devo ser. Sou eu que sou meu construtor.
Mas, meu alicerce, sempre foi você... meu amor!
Só por ti deixei os céus, pelo simples fato de me mostrar, em vez de me dizer, o que é o amor.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
De novo...

Novamente, sinto-me em desespero profundo.
Já nao mais estas aqui.
Desejo refazer-me, embora, talvez,
essa nao seja a palavra correta:
-- refazer-me.
Estou sentindo que estamos esvaindo...
Nossos sentimentos, de amor e carinho,
vao-se escorrendo pela massacrante realidade.
Já me perco de novo sem rumo.
O meu gostar a ti deixa-me de ser gostar ao meu EU.
Repúdia? Falta de amor? Falta de tolerância?
O que tornei-me? Seria um "saco de pancadas existencial"?
Será que tal sórdida sorte foi-me lançado dos Deuses?
Mas sei quem Sou. Ainda sou capaz de lembrar. Sei quem Sou!
As lembranças ainda nao se esfumaçaram pelo Tempo.
Consigo me reerguer e vislumbrar um novo futuro.
Sou transcendecia pura. Sou EU!
Embora afogado na dor, mais uma vez,
transcendo a situaçao. Perpasso a existencia.
Mediocre existencia de sub-vida regada a "migalhas de amor".
Nenhum Ser merece vida semelhante.
O inferno nao e o outro, e sim... AQUI!
Este lugar povoado de mesquinharia, cobiça, ganancia...
O diabo se diverte nesta terra isolada pelos Deuses.
E eu, devo me tornar: EU.
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