sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Senhor de si, senhor de sua existencia

ao mundo ser da minha maneira,
sim!
quero morrer! mas no viver, estou morto.
que delicia quando meu ser se acalma,
e pensa nos detalhes do viver.
sim,
siiiimmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!
queria esquecer meu espaço e tempo.
queria viver, cada momento,
como se fosse o ultimo.
agora como nunca fora.
e nas brumas do tempo, tem a sabedoria.
pacientes foram, no meu esperar.
simmmm! sou post-morten. Sou de outro século!
mais um, que estava na estrada errada do tempo.
sim, siiiiiiiiiiimmmmmmmmmmmmmmmmmm.
estou pronto para morrer.
escolha minha. nao destino!






minha escolha.
sou feliz por ter sido capaz de achar o momento em que devo sair de cena. nao sou mais o ator principal, sou um mero coadjuvante. e estou longe de uma hibernaçao leviana intelectual.
Torno-me ser capaz, impugnado de ousadia contra o destino; e dizendo: nao poderas tecer a minha vida. sou capaz de doma-la e determina-la. sou capaz de ser juiz de mim mesmo, nenhum deus pode me açoitar.
sou capaz de me superar e surpreende-los. a todos os deuses e deusas de todos os panteoes.
e a mais pura mentira, o suicidio e o divino no homem. ele e capaz de priva-lo, mesmo que momentaneamente, do seu instinto mais primal... a sobrevivencia.
somente aquele que se apercebe senhor de si mesmo diz a hora de sua morte.
nao por potencia de desejos irreais, mas sim pelo poder de manipular a minha existencia.
ATE, O FIM!

Nenhum comentário: