sábado, 26 de julho de 2008

Vergonha


Aquem do limite de meu perceber, torno-me dor em voce.
Decepçao, angustias, falta de ser quem devo ser...
Se amargo sou, seria, por nao te-la como idealizo.
Como uma criança a espera de um brinquedo,
imaginando o que tem na caixa de presente,
na noite de natal, imaginando mil delicias.
Realmente, assim se constroem os meus sentidos.
Pesar em decepciona-la, e assim que se encontra a minha alma.
Que vergonha, que vergonha!

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