sexta-feira, 5 de junho de 2009

Uma seta em direçao ao alvo


Criar é um movimento de redençao e sofrimento, uma forma de tornar a vida mais leve. Mas a existencia do criador é ofertada mediante o sofrimento de alguém, o artista. O qual incide na criaçao o sofrimento e a transformaçao.
Esta transformaçao começa no sofrimento, mas esta sempre transformando o espectador, causando , nao em um pesar pejorativo, mas, um horror e tremor diante daquele espetáculo, que atinge a sua alma como se fosse uma seta em direçao ao alvo.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

O preço pela escolha da solidão

A extensão de minhas propensões me colocam diante do patamar de uma existência calcada em riscos diários. Não é como atravessar a rua e ser abalroado por um veículo em curso por um “embriagado por velocidade ébrio”.
È real!
Então não perverto o caminho mostrado. As águas turvas me enchem de preocupação: mas tudo vale a pena, desde que sentido plenamente.
O neofóbico ocorre como um espírito malévolo, mas, finalmente, consigo descobrir o caminho. Devo assumir a minha natureza, devo me expor ao perigo, devo me reconfortar em minha enorme possibilidade de neurose de sobrevivência e a minha incrível capacidade de sobrepujar os obstáculos.
Devo estar apto a assumir algo fantasticamente novo. Fantasticamente solitário.
Sempre soubera que a morte estaria me esperando em um lugar sorrateiro, escuro, úmido e sombrio; como uma caverna no fundo de um lago, no fundo do oceano, estes, extremamente, perigosos recantos do mundo.
Mas o que mais me impressiona é a capacidade do Solitário ser pleno de sua essência. Sentir-se profundamente só. Ser único. Aquele que preenche o espaço. Aquele que marca a presença da vida nos lugares mais longínquos e absurdos. Aquele organismo que implode a construção da priori: a vida se encontra em qualquer parte. Sejam de meteoros a estreitos buracos, como cavernas dentro de lagos com extensões quilométricas e curvas.
A vida propaga!
Em seus mais inimagináveis cantos, ela esta presente. Provando a teimosia de sua existência. Podendo pagar ás vezes um alto preço pela escolha da solidão... a ausência.

terça-feira, 2 de junho de 2009

A CHAVE DO UNIVERSO

A matemática é a chave do universo.



Hipercubo e a 4ª dimensão.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

... ou fora o destino que assim quisera.


Perdi-me! Não sei como mas, perdi-me.
Não me sentira em casa, novamente.
Deveria buscar na solidão o que realmente sou...
... quem sou.
Já não sou mais EU.
Começo a esquecer o que sou.
Escolha própria???
Já nao sei mas se escolhi cair...
... ou fora o destino que assim o quisera.